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João do Rio

João Paulo Coelho Barreto, ou Paulo Barreto, jornalista, cronista, romancista, contista e dramaturgo, assinou grande parte de sua obra como João do Rio. Ao fundir reportagem e crônica, criou um gênero que o distinguia. Depoimentos: Julia O'Donnell, professora adjunta do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ; e Aline Novaes, doutora em Estudos de Literatura pela PUC-Rio.

Crônica
Cultura
Literatura
Rio de Janeiro
Aldir Blanc
Morador do bairro da Muda, médico de formação, escritor e compositor. Destaque para o livro Rua dos Artistas e Transversais. A linguagem do cronista Aldir Blanc é reconhecida nas letras para parceiros musicais como João Bosco, Guinga, Cristóvão Bastos e Moacyr Luz. Depoimentos: Heloisa Seixas e Luiz Fernando Vianna, escritores.
Benjamim Costallat
Nos anos 1920, Benjamim Costallat publicou a série de crônicas Mistérios do Rio no Jornal do Brasil. Escreveu o romance Mademoiselle Cinema, recolhido das livrarias, para tornar-se, depois, o maior sucesso editorial da Primeira República. Depoimentos: Beatriz Resende, escritora, doutora em Literatura Comparada; Julia O'Donnell, antropóloga; e Julieta Sobral, designer gráfica.
Joaquim Manuel de Macedo
Conhecido pelo romance A Moreninha, Joaquim Manuel de Macedo é um dos criadores da revista artística, científica e literária Guanabara. Destaque, também, para o poema-romance A Nebulosa e os livros de crônicas Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro e Memórias da Rua do Ouvidor. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta e crítico literário; e Michelle Strzoda, autora do livro O Rio de Joaquim Manuel de Macedo.
Clarice Lispector
Os livros A Descoberta do Mundo e Aprendendo a Viver reúnem crônicas sobre o cotidiano, publicadas no Jornal do Brasil. Questões existenciais e sociais da condição feminina foram temas de colunas em O Comício e Correio da Manhã. Depoimentos: Teresa Montero, autora de Eu Sou uma Pergunta - uma Biografia de Clarice Lispector; Suzana de Sá Klôh, doutora em Letras e Vernáculos pela UFRJ; e Pedro Karp Vasquez, organizador da seleção de crônicas de Clarice para o livro Aprendendo a Viver.
Rubem Braga
Chamado de mestre da palavra, Rubem Braga popularizou a crônica como gênero literário. Um lírico, sem deixar de ser crítico social combativo, escreveu sobre quase todas as questões relevantes do século XX. Depoimentos: Eduardo Coutinho, professor titular de Literatura Comparada, da UFRJ; e Ângela Maria Dias, professora titular de Literatura Brasileira, da UFF.
Olavo Bilac
A publicação dos primeiros poemas de Olavo Bilac, o título de Príncipe dos Poetas e a importância no movimento literário parnasiano. A carreira de cronista no jornal A Gazeta de Notícias, seus livros infantis e a participação como um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta; Isabel Lustosa e Antonio Edmilson, historiadores.
Carlos Drummond de Andrade
Mineiro de Itabira, Carlos Drummond de Andrade publicou sua primeira poesia, No Meio do Caminho, na Revista de Antropofagia. Veio para o Rio, onde trabalhou como funcionário público, ao mesmo tempo que escrevia para jornais. Cronista, poeta e contista, é autor de dezenas de livros. Depoimentos: Marco Lucchesi, poeta, ensaísta, membro da Academia Brasileira de Letras; e Beatriz Resende, escritora, doutora em Literatura Comparada.
Luiz Edmundo
Jornalista e autor teatral, Luiz Edmundo participou ativamente da chamada Belle Époque carioca, na virada do século XIX para o XX. No teatro, buscou o registro histórico; nos livros, a crônica de costumes. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta e crítico literário; Isabel Lustosa, pesquisadora; Antonio Edmilson, historiador; e Luciana do Nascimento, escritora.
Sérgio Porto
Autor de As Cariocas e Febeapá, morador de Copacabana, bairro que retratou em inúmeras crônicas, adotou o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta. Escreveu para jornal, rádio, TV e teatro. Depoimentos: Cláudia Mesquita, pesquisadora; e Beatriz Resende, escritora e doutora em Literatura Comparada.
Ficha Técnica

Indicação: escola e sociedade


Formato: dramaturgia


Roteiro: Leila Richers e Roberta Saboya


Direção: André Glasner


Apresentação: Leila Richers 

Cronistas do Rio
2018
Cultura
Literatura
Rio de Janeiro
Séries
Apresenta a vida e a obra de escritores que observaram a vida cotidiana e as paisagens urbanas do Rio de Janeiro e traduziram essas imagens em crônicas consagradas.
Episódios
Aldir Blanc
Morador do bairro da Muda, médico de formação, escritor e compositor. Destaque para o livro Rua dos Artistas e Transversais. A linguagem do cronista Aldir Blanc é reconhecida nas letras para parceiros musicais como João Bosco, Guinga, Cristóvão Bastos e Moacyr Luz. Depoimentos: Heloisa Seixas e Luiz Fernando Vianna, escritores.
Benjamim Costallat
Nos anos 1920, Benjamim Costallat publicou a série de crônicas Mistérios do Rio no Jornal do Brasil. Escreveu o romance Mademoiselle Cinema, recolhido das livrarias, para tornar-se, depois, o maior sucesso editorial da Primeira República. Depoimentos: Beatriz Resende, escritora, doutora em Literatura Comparada; Julia O'Donnell, antropóloga; e Julieta Sobral, designer gráfica.
Joaquim Manuel de Macedo
Conhecido pelo romance A Moreninha, Joaquim Manuel de Macedo é um dos criadores da revista artística, científica e literária Guanabara. Destaque, também, para o poema-romance A Nebulosa e os livros de crônicas Um Passeio pela Cidade do Rio de Janeiro e Memórias da Rua do Ouvidor. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta e crítico literário; e Michelle Strzoda, autora do livro O Rio de Joaquim Manuel de Macedo.
Clarice Lispector
Os livros A Descoberta do Mundo e Aprendendo a Viver reúnem crônicas sobre o cotidiano, publicadas no Jornal do Brasil. Questões existenciais e sociais da condição feminina foram temas de colunas em O Comício e Correio da Manhã. Depoimentos: Teresa Montero, autora de Eu Sou uma Pergunta - uma Biografia de Clarice Lispector; Suzana de Sá Klôh, doutora em Letras e Vernáculos pela UFRJ; e Pedro Karp Vasquez, organizador da seleção de crônicas de Clarice para o livro Aprendendo a Viver.
Rubem Braga
Chamado de mestre da palavra, Rubem Braga popularizou a crônica como gênero literário. Um lírico, sem deixar de ser crítico social combativo, escreveu sobre quase todas as questões relevantes do século XX. Depoimentos: Eduardo Coutinho, professor titular de Literatura Comparada, da UFRJ; e Ângela Maria Dias, professora titular de Literatura Brasileira, da UFF.
Olavo Bilac
A publicação dos primeiros poemas de Olavo Bilac, o título de Príncipe dos Poetas e a importância no movimento literário parnasiano. A carreira de cronista no jornal A Gazeta de Notícias, seus livros infantis e a participação como um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta; Isabel Lustosa e Antonio Edmilson, historiadores.
João do Rio
João Paulo Coelho Barreto, ou Paulo Barreto, jornalista, cronista, romancista, contista e dramaturgo, assinou grande parte de sua obra como João do Rio. Ao fundir reportagem e crônica, criou um gênero que o distinguia. Depoimentos: Julia O'Donnell, professora adjunta do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ; e Aline Novaes, doutora em Estudos de Literatura pela PUC-Rio.
Carlos Drummond de Andrade
Mineiro de Itabira, Carlos Drummond de Andrade publicou sua primeira poesia, No Meio do Caminho, na Revista de Antropofagia. Veio para o Rio, onde trabalhou como funcionário público, ao mesmo tempo que escrevia para jornais. Cronista, poeta e contista, é autor de dezenas de livros. Depoimentos: Marco Lucchesi, poeta, ensaísta, membro da Academia Brasileira de Letras; e Beatriz Resende, escritora, doutora em Literatura Comparada.
Luiz Edmundo
Jornalista e autor teatral, Luiz Edmundo participou ativamente da chamada Belle Époque carioca, na virada do século XIX para o XX. No teatro, buscou o registro histórico; nos livros, a crônica de costumes. Depoimentos: Alexei Bueno, poeta e crítico literário; Isabel Lustosa, pesquisadora; Antonio Edmilson, historiador; e Luciana do Nascimento, escritora.
Sérgio Porto
Autor de As Cariocas e Febeapá, morador de Copacabana, bairro que retratou em inúmeras crônicas, adotou o pseudônimo de Stanislaw Ponte Preta. Escreveu para jornal, rádio, TV e teatro. Depoimentos: Cláudia Mesquita, pesquisadora; e Beatriz Resende, escritora e doutora em Literatura Comparada.