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João Roberto Kelly

João Kelly, inventor do sambalanço, colocou o povo para dançar com suas fusões de samba, jazz, twist, hully gully, rock. Nas marchinhas, fez-se herdeiro dos principais compositores do gênero, criando personagens como a Mulata Iê Iê Iê e o Zezé, cuja cabeleira o povo quer cortar a cada carnaval.

Biografia
Cultura
MPB
Música
Zé Kéti
O grande compositor carioca Zé Kéti é autor da marcha-rancho Máscara Negra e um dos precursores da música de protesto dos anos 1960, com sambas sociais como Acender as Velas, O Favelado e Opinião. Foi uma espécie de relações-públicas na convivência entre o samba tradicional e a turma da bossa nova.
Baden Powell
Nascido na pequena Varre-Sai, no norte do estado do Rio de Janeiro, Baden se definia como meio homem, meio violão. Sua batida percussiva é única e original. Músico respeitado, solidificou uma carreira internacional que alçou seu nome ao time dos sonhos de violonistas deste planeta.
João do Vale
Nascido num lugarejo pobre do interior do Maranhão, João do Vale precisou de muita coragem para se aventurar, aos 14 anos, na cidade grande e contar a sua própria história em forma de música. Suas composições, de extrema força poética, nasciam da simplicidade da vida dos que labutam de sol a sol. Carcará e Na Asa do Vento são algumas delas.
Paulo César Pinheiro
Difícil encontrar um cantor de samba surgido a partir da segunda metade da década de 1960 que não tenha gravado uma música desse carioca criado na Praça Pinto Peixoto, em São Cristóvão. Especialista na arte da parceria, escreveu duas mil músicas com gente de tudo quanto é canto, idade e turma. Letrista de mão cheia, tem em seu currículo sambas como Lapinha e Tô Voltando.
João Donato
Um compositor absolutamente livre e fiel apenas à sua própria música, sempre avesso às classificações. João Donato é, ainda, aquele menino que brincava na beira do Rio Acre, em Rio Branco, escutando um barqueiro assoviar a melodia que o fez ter uma certeza: a de que passaria a vida tentando atingir, a cada nota que inventasse, o estado de graça daquele momento mágico.
Caetano Veloso
Menino nascido no seio de uma família amorosa e musical de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano, Caetano Veloso é um persistente questionador de padrões. Sem medo de se expor e de experimentar novos caminhos musicais, viajou do tropicalismo ao rock, sempre fiel à sua trajetória de artista que dialoga com todos os aspectos da cultura brasileira e mundial.
Mario Lago
Contar a história de Mário Lago é contar a história da Lapa boêmia, dos cafés do centro da cidade, da era de ouro do rádio, do teatro, do cinema, da literatura e da telenovela brasileira. Comunista e ativista político, era também exímio frasista. Compôs a marchinha Aurora, o fox Nada Além e os sambas Ai, Que Saudades da Amélia e Atire a Primeira Pedra. Ator, escritor, produtor, diretor e radialista, é considerado um dos primeiros artistas multimídia do Brasil.
Paulo da Portela
Herói do samba e dos sambistas, Paulo da Portela, o príncipe negro do carnaval carioca, foi figura importante na recomposição das fronteiras de classe que relegavam o samba à marginalidade. Fundador da Portela, exigia que os membros da escola se vestissem elegantemente, dignificando suas raízes. Grande letrista e compositor, inventou o desfile de escolas de samba.
Chiquinha Gonzaga
Do seu nascimento, em pleno Brasil de D. Pedro II, até a morte, durante o governo Vargas, Chiquinha Gonzaga levou uma vida de heroína. Trocou um casamento pelo amor a seu piano, abraçou a música brasileira quando a elite desprezava toda arte que não fosse europeia, foi maestrina e respeitada por seus pares. Compôs a marcha-rancho Ó Abre Alas, nossa primeira canção carnavalesca.
Ficha Técnica

Indicação: escola e sociedade Formato: dramaturgia Roteiro: Melanie Dimantas Consultoria: Pedro Paulo Malta, jornalista especializado em MPB Direção: Eduardo Goldenstein

Pequenos Notáveis
2018
Biografia
Cultura
Música
Com um formato que mescla dramaturgia, animações e interpretações musicais, divulga para as novas gerações a herança da música popular brasileira a partir de seus maiores ícones.
Episódios
Zé Kéti
O grande compositor carioca Zé Kéti é autor da marcha-rancho Máscara Negra e um dos precursores da música de protesto dos anos 1960, com sambas sociais como Acender as Velas, O Favelado e Opinião. Foi uma espécie de relações-públicas na convivência entre o samba tradicional e a turma da bossa nova.
Baden Powell
Nascido na pequena Varre-Sai, no norte do estado do Rio de Janeiro, Baden se definia como meio homem, meio violão. Sua batida percussiva é única e original. Músico respeitado, solidificou uma carreira internacional que alçou seu nome ao time dos sonhos de violonistas deste planeta.
João do Vale
Nascido num lugarejo pobre do interior do Maranhão, João do Vale precisou de muita coragem para se aventurar, aos 14 anos, na cidade grande e contar a sua própria história em forma de música. Suas composições, de extrema força poética, nasciam da simplicidade da vida dos que labutam de sol a sol. Carcará e Na Asa do Vento são algumas delas.
Paulo César Pinheiro
Difícil encontrar um cantor de samba surgido a partir da segunda metade da década de 1960 que não tenha gravado uma música desse carioca criado na Praça Pinto Peixoto, em São Cristóvão. Especialista na arte da parceria, escreveu duas mil músicas com gente de tudo quanto é canto, idade e turma. Letrista de mão cheia, tem em seu currículo sambas como Lapinha e Tô Voltando.
João Roberto Kelly
João Kelly, inventor do sambalanço, colocou o povo para dançar com suas fusões de samba, jazz, twist, hully gully, rock. Nas marchinhas, fez-se herdeiro dos principais compositores do gênero, criando personagens como a Mulata Iê Iê Iê e o Zezé, cuja cabeleira o povo quer cortar a cada carnaval.
João Donato
Um compositor absolutamente livre e fiel apenas à sua própria música, sempre avesso às classificações. João Donato é, ainda, aquele menino que brincava na beira do Rio Acre, em Rio Branco, escutando um barqueiro assoviar a melodia que o fez ter uma certeza: a de que passaria a vida tentando atingir, a cada nota que inventasse, o estado de graça daquele momento mágico.
Caetano Veloso
Menino nascido no seio de uma família amorosa e musical de Santo Amaro, no Recôncavo Baiano, Caetano Veloso é um persistente questionador de padrões. Sem medo de se expor e de experimentar novos caminhos musicais, viajou do tropicalismo ao rock, sempre fiel à sua trajetória de artista que dialoga com todos os aspectos da cultura brasileira e mundial.
Mario Lago
Contar a história de Mário Lago é contar a história da Lapa boêmia, dos cafés do centro da cidade, da era de ouro do rádio, do teatro, do cinema, da literatura e da telenovela brasileira. Comunista e ativista político, era também exímio frasista. Compôs a marchinha Aurora, o fox Nada Além e os sambas Ai, Que Saudades da Amélia e Atire a Primeira Pedra. Ator, escritor, produtor, diretor e radialista, é considerado um dos primeiros artistas multimídia do Brasil.
Paulo da Portela
Herói do samba e dos sambistas, Paulo da Portela, o príncipe negro do carnaval carioca, foi figura importante na recomposição das fronteiras de classe que relegavam o samba à marginalidade. Fundador da Portela, exigia que os membros da escola se vestissem elegantemente, dignificando suas raízes. Grande letrista e compositor, inventou o desfile de escolas de samba.
Chiquinha Gonzaga
Do seu nascimento, em pleno Brasil de D. Pedro II, até a morte, durante o governo Vargas, Chiquinha Gonzaga levou uma vida de heroína. Trocou um casamento pelo amor a seu piano, abraçou a música brasileira quando a elite desprezava toda arte que não fosse europeia, foi maestrina e respeitada por seus pares. Compôs a marcha-rancho Ó Abre Alas, nossa primeira canção carnavalesca.