09 Junho 2017
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Iemanjá Yemoja: a criação das ondas, de Célia Seki, Brasil, 2016, 10 minutos

A 11ª edição do evento levará os filmes infantis para exibição em três escolas municipais: Ciep Oswald de Andrade (6ª CRE), em Parque Anchieta, E.M. Mário Cláudio (1ª CRE), no Rio Comprido, e E.M. França (5ª CRE), em Quintino Bocaiuva. Luciana Bessa, da Gerência de Mídia e Educação da SMEEL, explica os critérios de seleção dos locais: “Todas as unidades integram o projeto Cineclube nas Escolas, possuem turmas de pré-escola, 1º e 2º anos – faixa etária compatível com a programação –, estão em áreas diferentes da cidade e desejam receber a mostrinha”.

Segundo Luciana, a iniciativa é fundamental porque “a escola tem o papel social de formar os alunos para a convivência numa cultura de diversidade e direitos, e isso nos desafia a questionar constantemente nossos valores, rever posicionamentos e crenças. A Mostra traz filmes que contribuem para a reflexão sobre essas questões, por meio da sensibilização estética e de narrativas que apresentam vários pontos de vistas sobre o tema”.

Sonia Lima, produtora executiva da Mostra, diz que “os filmes que serão exibidos nas escolas municipais foram escolhidos de acordo com o público-alvo: crianças menores, da Educação Infantil, assistirão a histórias curtas, quase vinhetas, de autores como Mauricio de Sousa; já os alunos do Ensino Fundamental verão curtas.

Hora do Lanchêêê, de Claudia Mattos, Brasil, 2015, 14 minutos

A Mostra é promovida pela Secretaria Especial de Direitos Humanos, do Ministério da Justiça e Cidadania. No Rio de Janeiro, além das sessões para os estudantes da rede pública municipal, haverá programação aberta ao público em geral na Cinemateca do MAM, entre 20 e 25 de junho, incluindo horários com audiodescrição e closed caption.

O evento busca conscientizar o público com histórias para todos os gostos e idades. Entre os infantis, por exemplo, a animação A Criação das Ondas conta como Iemanjá devolve à terra a sujeira que os homens jogam no mar. A parte temática, este ano, dedica-se à questão de gênero (discriminação contra as mulheres, machismo e as diversas identidades que o sujeito pode assumir), com sete filmes sobre o assunto.

Para quem gosta do trabalho de Laís Bodansky, cineasta e roteirista paulista, é boa a oportunidade de assistir a parte de sua produção: Bicho de Sete Cabeças (2001), Chega de Saudade (2008) e As Melhores Coisas do Mundo (2010), além do curta-metragem Cartão Vermelho (1994) e do documentário para televisão Mulheres Olímpicas (2013).

Cinemateca do MAM: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Site 11ª Mostra Cinema e Direitos Humanos

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