A Coroa portuguesa precisava assegurar o domínio do território por ela descoberto e levantar suas potencialidades e riquezas.

Ville de Diu ou Dio1750 t
A feitoria fortificada de Diu, com seus sete quilômetros de muralha, foi um importante entreposto comercial português nas Índias, consolidado após Martim Afonso de Sousa assinar, em 1534, em nome de El Rey, tratado de ajuda militar ao sultão da cidade. Didot, 1750. Domínio público. In: Histoire Génerále des Voyages

Durante os primeiros anos após o seu descobrimento, o Brasil ocupou posição secundária na política portuguesa. Não possuía, aparentemente, riquezas que interessassem à Coroa, as quais eram fartamente obtidas no comércio com o Oriente. Nesse período, os ataques de corsários e traficantes de países europeus rivais tornaram-se cada vez mais frequentes. A Coroa portuguesa sentiu-se ameaçada. Era preciso assegurar o domínio do território por ela descoberto e levantar suas potencialidades e riquezas. Iniciativas foram tomadas: ergueram-se feitorias e realizaram-se expedições exploradoras e guarda-costas. Essas experiências assinalaram o momento da colonização por feitorias, ou período pré-colonizador, e da colonização acidental, que serviram de base para a formulação de uma política de colonização efetiva no litoral.


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