Colonizadores e colonos ergueram fortes e fundaram cidades no Ceará, Maranhão e Grão-Pará. A aventura foi pontuada por problemas que alcançaram seu auge na Revolta de Beckman.

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O brasão dos Habsburgo, a dinastia dos reis espanhóis Filipe II, III e IV, que reinaram durante o período da União Ibérica, em vigor entre os anos de 1580 e 1640. Wikimedia Commons

Durante o Brasil dos Filipes – ou seja, dos reis Filipe II, III e IV de Espanha, que, devido à União Ibérica, governaram também Portugal –, colonizadores e colonos deram continuidade à expansão da colonização em direção ao litoral setentrional – extremo norte da colônia americana. Empreenderam uma aventura, erguendo fortes e fundando cidades, pontos de partida da ocupação do Ceará, Maranhão e Grão-Pará. Mas uma aventura pontuada também por problemas e dificuldades, como os conflitos entre colonos e missionários a propósito dos nativos, que alcançaram seu auge na Revolta de Beckman. Em meados do século XVIII, sob a administração do Marquês de Pombal, a expulsão dos jesuítas desorganizou a atividade de coleta das "drogas do sertão", ao mesmo tempo que a criação da Companhia de Comércio do Grão-Pará e Maranhão estimulou a lavoura algodeira na capitania do Maranhão.


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