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O Centro de Operações Rio (COR) monitora permanentemente a cidade por meio de 560 câmeras e um sistema integrado de dados. A análise das informações ajuda a solucionar problemas no trânsito e em situações de emergência (Crédito: Prefeitura do Rio de Janeiro)

Os cidadãos conscientes que moram na cidade do Rio de Janeiro e em todo o mundo devem saber que somos iguais perante a lei, tanto nos direitos quanto nos deveres. O exercício pleno da cidadania, inclusiva e “expansiva”, segundo expressão utilizada pelo professor Márcio Simeone, exige participação. Denunciar atos de violência e ações de discriminação de qualquer tipo é dever do cidadão – brasileiro ou não, carioca ou não. 

Se, de um lado, o exercício da cidadania requer participação, do outro, o poder público precisa oferecer serviços e criar canais de comunicação com a sociedade para que possa atender às demandas dos cidadãos. Aos municípios, por exemplo, cabe garantir a educação básica da população, a coleta de lixo, o direito de ir e vir das pessoas e muitas outras coisas.

Numa metrópole complexa e multicultural como o Rio de Janeiro, o atendimento a essas demandas exige, muitas vezes, operações bastante complexas. Como organizar a cidade de forma a garantir que milhares de pessoas cheguem a um evento como o Réveillon de Copacabana ou às diversas competições olímpicas? Pode não parecer, mas isso exige a manipulação de milhares de dados. E mais: como planejar o futuro diante de necessidades, vivências e expectativas tão plurais e distintas por parte da população?

Segundo palavras do filósofo Mario Sergio Cortella, sempre será “necessário fazer outras perguntas, ir atrás das indagações que produzem o novo saber, observar com outros olhares através da história pessoal e coletiva, evitando a empáfia daqueles e daquelas que supõem já estar de posse do conhecimento e da certeza”.

Discutir problemas, buscar soluções e organizar-se em associações é exercitar o direito de ser cidadão, protagonista da própria história. É o direito daquele que tem consciência das possibilidades de interferir na sociedade em que vive, sendo capaz de lutar por inclusão, no sentido de garanti-la com universalidade. Afinal, a canção Pacato Cidadão, de Samuel Rosa e Chico Amaral, alerta:

“Oh! pacato cidadão!
Eu te chamei a atenção
Não foi à toa, não”.


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